Lei do ventre livre – Resumo da história

Desde a chegada dos portugueses ao Brasil, muitos escravos vieram forçados para cá para trabalharem nos engenhos e nas lavouras existentes.

Muitos deles morreram de exaustão de tanto trabalho que eram forçados a exercer de modo a servir seus senhores, sendo que não possuíam nem uma fração do mínimo de liberdade que um ser humano merece.

O cenário mundial foi se alterando na entrada do século XIX, onde as fábricas já dominavam grande parte da produção mundial e o serviço forcado não era tão atrativo como antes.

A Europa começou a se ver livre da escravidão, principalmente no que tange à Inglaterra, e países que permitiam tal ato eram muito mal vistos por eles.

Desse modo, por conta de pressão externa e interna, o cenário da escravidão no Brasil começou a mudar.

 

A lei do ventre livre

A ideia de escravidão começou a ser questionada, e alguns movimentos passaram a ir contra essa prática, aumentando a pressão para a abolição.

Para acalmar os ânimos, foi assinado a Lei do Ventre Livre em 1871, também chamada de Lei Rio Branco, pela princesa Isabel, assegurando que todo bebê nascido de família escrava seria considerado livre.

Mas essa liberdade não era plena de direitos, pois os pais da criança ainda eram escravos, e a guarda do bebê deveria recair ou sob o senhor dono dos pais da criança ou sob os cuidados do estado.

Era muito comum que os senhores aceitassem as crianças, pois assim teriam mais mão de obra barata.

 

A abolição

No ano de 1888 , cerca de 17 anos após a Lei do Ventre Livre, a princesa Isabel assinou a abolição da escravatura, colocando um ponto final na escravidão no Brasil.

Que fique claro que ainda existiu escravidão no Brasil, mas não era considerado legal como antes, sendo passível de punição perante a lei vigente do país.

Desde então os ex-escravos têm procurado seu espaço em nosso país, e sofrem com isso até os dias de hoje.

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